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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

As Manias Mais Bizarras Dos Escritores - Mundo Estranho


E eu estava dando uma olhada na edição deste mês da revista Mundo Estranho, quando me deparei com um título bem interessante (este mesmo que está no título da postagem).
Obviamente fui ler o que trazia no mesmo segundo. E sim, achei divertido o suficiente para digitar tudinho e postar no blog.
A imagem a seguir mostra exatamente como a reportagem (podemos chamar isso de reportagem? Duvido um pouquinho) apareceu na revista.




E então vamos ao que estava escrito. Ao que está escrito.
Lembrando que alguns detalhes referentes ao escritores (pouquíssimos) foram omitidos para não deixar o post grande demais. O restante, foi transcrito sem alterações.

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À BASE DE PINK FLOYD
Douglas Adams (1952-2001) - O Guia do Mochileiro das Galáxias
Adams gostava de escutar música enquanto trabalhava. "Shine On You Crazy Diamond", do Pink Floyd, tocou à exaustão enquanto ele escrevia O Guia do Mochileiro das Galáxias. Já na época de O Restaurante no Fim do Universo, o vício foi "One Trick Pony", de Paul Simon. Amigo de David Gilmor, do Pink Floyd, Adams batizou o último álbum de estúdio da banda, The Division Bell (1994).



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UM GIBI PARA ESPAIRECER
George R. R. Martin (1948-) - As Crônicas de Gelo e Fogo
E quando dá aquele branco e a inspiração não vem? A solução do autor dos livros que geraram a série Game of Thrones é ler algumas das centenas de HQs em seu acervo particular. Fã da Marvel, Martin até mandou uma carta para a editora, em 1964, aos 16 anos. Em uma entrevista recente, disse que, se pudesse, gostaria de escrever histórias para o Doutor Estranho.





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COMEÇANDO BEM O DIA
Stephen King (1947-) - Carrie, a Estranha; O Iluminado e A Torre Negra
Todas as manhãs (inclusive sábados, domingos e feriados), King caminha de 3 a 5 km. E, no trajeto, já define o que vai escrever naquele dia. Ao voltar para casa, toma um copo de água gelado (ou uma xícara de chá) e, a partir das 8h30, começa a trabalhar. Às tardes, prefere descansar e ler cartas dos fans. As noites são reservadas à leitura, à família e aos jogos do time de beisebol Boston Red Sox.




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MENTE SÃ, CORPO SÃO
Dan Brown (1964-) - O Código da Vinci
Brown é um ''madrugador'' mais radical que Stephen King. Ele acorda às 4h e faz ginástica. Às 5h, começa a escrever, mas, de hora em hora, faz uma pausa. Só que esse "descanso'' é uma série de flexões, abdominais e alongamentos! Segundo o escritor, os exercícios o ajudam a manter "o sangue e as ideias em constante movimento".




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IMAGINE O BAFO!
Honoré de Balzac (1799-1850) - A Comédia Humana e Ilusões Perdidas
O autor de A Mulher de Trinta Anos, livro que inspirou o termo "balzaquiana", era um viciado em café. Chegava a consumir 50 xícaras por dia! Ou até mastigava um punhado de grãos como se fossem amendoins. Vícios são comuns entre gênios das palavras: James Joyce (Ulysses) era apaixonado por chocolate e Mark Twain (As Aventuras de Tom Sawyer) só escrevia fumando charuto.




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ASSINA OU MORRE
Paulo Coeho (1947-) - O Alquimista e Brida
O autor não aceita mais participar de noites de autógrafo. Criou um trauma depois que foi ameaçado por uma multidão enfurecida com o anúncio do fim de uma feira de livros, em Buenos Aires, e por um "admirador" que puxou um revólver na hora de exigir sua assinatura, e, Zagreb, na Croácia. Em ambos os casos, Coelho atendeu ao público.




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SÍNDROME DE ADÃO
Alexandre Dumas (1802-1870) - Os Três Mosqueteiros e O Conde de Monte Cristo
Para se forçar a trabalhar até concluir um livro, ele entregava todas as roupas à um criado. Assim, não poderia sair de casa (a não ser que curtisse um passeio pelado!). Ele também gostava de acordar cedo, sentar-se debaixo do Arco do Triunfo (um dos principais cartões postais de Paris) e devorar maçãs. Dumas adorava a fruta: pura, em compota, em geleia, em cidra...




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OS REIS DAS VARIZES
Victor Hugo (1802-1885) - O Corcunda de Notre Dame e Os Miseráveis
Em pé, apoiado em uma mesa e na frente de um espelho. Era assim que ele gostava de escrever. A mania começou na Ilha de Guernsey, na Normandia, para onde se mudou em 1851, quando Napoleão III assumiu a França. Goethe (Fausto), Virginia Woolf (Mrs. Dalloway) e a novelista Gloria Perez também são exemplos da "literatura vertical".





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A COR DA ESPERANÇA
Pablo Neruda (1904-1973) - Cem Sonetos de Amor
Na autobiografia Confesso Que Vivi, o poeta chileno revelou que só conseguia usar tinta verde (um símbolo de sua fé em um futuro melhor). Jamais escrevia com azul, preto ou vermelho. Durante a Guerra civil Espanhola (1936-1939), deixou um poema inacabado só porque seu estoque acabou. Dez dias depois, quando chegou uma nova provisão, Neruda já havia perdido a inspiração e preferiu não retomar a obra.




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BANHO DE INSPIRAÇÃO
Agatha Christie (1890-1976) - Assassinato no Expresso do Oriente
Durante anos, repórteres britânicos pediram para fotografar Agatha no trabalho, em sua escrivaninha. Mas ela nunca aprovou a ideia. O motivo só veio a público em sua autobiografia, lançada postumamente em 1979. Nela a autora revela que não usava escrivaninha. Aliás, sequer escrevia na sala ou no quarto. Ela entrava na banheira, cheia de água morna, e lá bolava suas histórias. "O lavatório com tampo da mármore era um ótimo lugar para escrever", confessou. Apaixonada por água, ela até surfou durante uma viagem ao Havaí com o maridom em 1822. (Outro grande fã de trabalhar na banheira? O poeta brasileiro Vinícius de Moraes)


Só para constar, Alexandre Dumas tinha sérios problemas na cabeça, não é?
Literalmente, eu falo.

Um comentário:

  1. Amiga maneiríssimo este post, cada doido com sua loucura é o que dizem né verdade, eu tbm tenho as minhas sabia que quando escrevo no blog eu sento no meu cantinho do sofá, com meu chocolate e escutando música, sempre o mesmo ritual, e nesse momento ninguém fala comigo, detesto ser interronpida!kkkkkSaudades de vc lá no blog! bjs

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